Que bom seria

Que bom seria
Se todos tivessem um lar para morar
Que bom seria
Se todos tivessem uma escola para estudar
Que bom seria
Se todos tivessem um livro para ler
Que bom seria
Se todos tivessem um evangelho para meditar.
Que bom seria
Se todos…

Bom, que bom seria
Se todos nós tivéssemos um tempo.
Ah! Que bom seria

Se todos tivéssemos uma oração a fazer
Que bom seria
Se todos tivessem amor, muito amor para dar.
Que bom seria
Se todos parassem e se conscientizassem

Que Deus nos guia, nos governa e nos protege.
Que bom seria
Se todos tivessem Deus como seu Pai maior.

Que bom seria
Se Deus fizesse parte de todos nós.
Ah! Que bom seria.
Pois tudo seria mais lindo
Tudo seria eterno.

Casa do Caminho
Grupo de Estudo do Livro dos Espíritos
Reunião de 31/08/2011
Mensagem psicografada por Elizabeth Arruda Leite

Na convivência cotidiana

Hoje, na maioria das casas, a televisão se tornou rainha, imperando, majestosa, no lugar nobre da sala. Os adultos chegam do trabalho e já se postam diante dela, lhe rendendo todas as atenções, todo o interesse. Chegam as crianças, a perguntar pelos pais e estes já as empurram de volta aos seus lugares, para que não atrapalhem a novela ou o jogo de futebol.

Os pequenos passam seus dias em frente a ela, assistindo todo tipo de barbaridades, de violência, sexo e inutilidades de toda espécie. São a eles oferecidos todos os tipos de coisas de que não necessitam, mas que lhes são apresentadas como o melhor do que se possa ter. A televisão, assim como outras mídias, principalmente a internet mal utilizada, são os responsáveis pelo afastamento cada vez maior dos familiares.

 

Não existe mais a mesa onde se tomavam as refeições. O sofá agora faz esse papel, onde se come com o prato na mão, para não perder nem um minuto do programa predileto. Ou, então, leva-se a refeição para o quarto e ali, diante de sabe-se lá o que, engolem o alimento, sem pensar em nada.

Quando será que as famílias vão perceber o prejuízo que este modo de vida está trazendo a todos? Mesmo os mais esclarecidos já estão  seduzidos. Não que a tecnologia, a informatização sejam ruins para o ser humano. Mas a má utilização sim, é que traz os maiores  prejuízos. Tudo deve ser dosado, o excesso controlado, o individualismo reduzido, para que o compartilhar da vida familiar seja  retomado, para benefício de todos.

Que dizer, então, se além da convivência cotidiana, for acrescentado o estudo do Evangelho de Jesus, com a participação da família? Quanto progresso viria, acelerando-se o desenvolvimento espiritual e, principalmente, sendo antídoto para tantos males, que depois de instalados, têm difícil, se não impossível, solução nesta vida. Reflitam, portanto, se, em seus lares, já isto ocorre. Parem um pouco e , com sinceridade, tentem modificar esses hábitos sem sentido e que já estão tão enraizados e instalados, que nem sequer se dão conta. Não se deixem afetar, tão fortemente, pela propaganda que os engana, fazendo com que o erro pareça acerto, com que a loucura pareça sanidade e que com que mal pareça o bem.

Saibam dosar, com critérios rigorosos, o lazer que hoje é o mais comum, com a verdadeira prática da alegria, que está na convivência, no compartilhamento e nos ensinamentos corretos, entre os familiares. Dêem um tempo para seus filhos, cônjuges e parentes e verão como tudo se transformará aos poucos e colherão os frutos dessa nova vida, em comportamentos adequados, em paz e felicidade, que está tão próxima, mas que vão buscar na imagem enganosa e distante. Fiquem em paz, amigos, e uma boa noite.

Mensagem psicografada por Wanda Gesualdo, no Grupo de Estudo do Livro dos Espíritos, em 03/08/2011.