,

Psicografia de 24 de abril de 2016

Com viagens e mais viagens meus aprendizados foram aumentando o meu conteúdo de saber. Deste jeito, Irmã B., pediu-me para ajudá-la na educação das crianças. Fiquei um pouco tímida, mas levei a experiência em alto e bom grado. Juntos, começamos a educação de algumas crianças, mas não somente aqui do mundo espiritual.

Irmã B. me pediu para ajudá-la a inspirar algumas professoras evangélicas na terra. Sim, apostei que conseguiria, e realmente o fiz. Pude ver como é interessante a união de vibração e inspiração.

Muitos dos ajudantes do Senhor Jesus, na terra, o auxiliam com o ensinamento para crianças. Muito pude ver, que realmente quando Jesus falou que se dois ou mais falassem em seu nome, ali ele estaria. Estaria representado por seus trabalhadores.

Irmã B. e eu fomos, com grande equipe, visitar escolinhas evangélicas. Também fiquei feliz por ver que não era somente em escolinhas evangélicas das casas espíritas. Fomos também a outros locais de ensinamento, que não no Espiritismo. Mas sempre com a palavra educadora dos ensinamentos de Jesus.

Irmã B., me explicou que a vibração já começa mesmo antes da sala de aula. Muitos dos que se dedicam a este ensinamento buscam inspiração. Pedem, ainda, quando estão se preparando. E já é enviado um trabalhador espiritual para as primeiras vibrações.

Fomos a várias escolinhas e a várias casas.

Mas a que mais me marcou foi uma escolinha evangélica onde havia uma dedicação extrema para encarnados com deficiência física e mentais.

Assim. Vi os espíritos, encarnados, prestando atenção mesmo quando o corpo parecia não responder.

Lembro-me, muito, de Ivan. Um menino que tinha uma séria dificuldade mental. Este menino, segundo a equipe que nos acompanhou, era a reencarnação de um espírito muito violento. Um espírito que tinha cometido muitos homicídios. Tinha um ódio enorme no coração. Na sua última encarnação havia causado a morte de mais de 5.000 espíritos.

Nesta veio em um corpo onde não teria chance para repetir os atos. Veio em um corpo onde, obrigatoriamente, teria que ficar preso. Somente obedeceria. E vi que seu corpo, mesmo com movimentos involuntários, transportava um espírito necessitado, um espírito que precisava de muita caridade, de muita paciência.

Lembro-me que seu espírito prestava muita atenção as palavras proferidas. Seu corpo se movimentava involuntariamente. Mas seu espírito queria ouvir.

Explicou-me uma das trabalhadoras que ele já estava há 15 anos na escola evangélica espírita. No começo seu corpo reagia mais ao escutar as explicações. Agora, reagia sim, mas era mais uma ação celular do que por influência espírito-corpo.

Esse tipo de trabalho é muito importante para todos que estão em evolução. E neste caso da rebeldia, da maldade, a paciência de quem ensina é fundamental. Porém a inspiração espiritual é fundamental.