Psicografia de 19 de dezembro de 2016

O divino semeador

Semeando sem esperar, o homem muitas vezes perdeu o cultivo da planta celeste e deixou de saborear o fruto dulcidio do amor.
O Cristo com seu até ilustre amor, perseverou na plantação bendita do amor, semeando em nossos corações a Sua palavra, mas sem apurar-se na colheita do fruto, fruto este, que somos nós e que neste momento, regar nossa alma plantada com o amor e dá através do Consolador, o adubo para nossa planta começar a florir.
Flori o cravo, floru a rosa, flori a cerejeira, porque por mais tempo que passe, a planta há de florir, de dar frutos.
Muitas vezes a planta mais preciosa toma muitos anos de cultuvo para que seus frutos magistrais possam ser apreciados.
As árvores que não possuem frutas, servem para perfumar, à discutir o caminho por onde está semeada.
Assim, na construção bélica do jardim divino da vida, Deus semeou, pelas mãos de Jesus, plantas sortidas, de frutos variados, para que no banquete do amor não faltassem frtuas à se apreciar.
Irmão, todos somos iguais, porém diferentes, assim como as frutas da natureza, mas todos os frutos com o seu valor.
Alguns disse ainda, outros são refrescantes e outros cítricos.
Pensemos nestas palavras e avaliemos nosso canteiro semeado e cultivemos a certeza de que nosso jardim florido passou pelas mãos divinas e caridosas de Jesus.
Fiquem na paz do Senhor!

Renato Martins

Psicografia de dezembro de 2016

Mestre Jesus,

Obrigado pela oportunidade de aqui estar. Oportunidade de aprender e de servir. De demonstrar o mínimo de gratidão perante o tanto que recebemos em amparo e em renovação de nossas chances de crescimento.
O amigo aqui presente quer que todas se sintam à vontade na cessão de nossos corpos. Que a necessidade de atuar na mediunidade não se transforme em perturbação e ansiedade. Que o impositivo do trabalho a se realizar não se perca nas dificuldades concernentes ao nosso próprio desgaste de consciências que prejudicaram o serviço no pretérito.
XXXXXnosso melindre. XXXXX nossa vaidade e deixemos os nossos sentimentos inspirar – nos confiança, com a ciência de que estamos no meio de amigos queridos e devotados, que conhecem nosso mundo íntimo e não se enganam a respeito de nossas intenções. Vamos nos despir destes entraves. O amor ao próximo não pode ser menor que o medo de ferir a persona, nossa máscara para a sociedade. Nós os amamos muito. Não temais o ridículo quando o ridículo está o aproveitar da caridade.

Fiquem em paz e que Deus os abençoe.

José