Psicografia Luiz 15 de agosto de 2016

Queridos amigos, como bem explicado nesta noite de estudo, mediunidade não é privilégio exclusivo de nenhuma época da humanidade. Não são poucos os casos na história que tanto foi modificada graças a esta faculdade bendita. Sem a mediunidade de Moisés talvez haveríamos de viver em clima de barbárie, embora estando todos a contragosto com relação a isto. Os primeiros traços de solidariedade só puderam sair do coração dos homens e se fazer presente na civilização graças a este bendito recurso. Está em contradição com a benevolência do criador supor a ausência destas faculdades, uma vez que diante da fragilidade das criaturas estariam elas desalentadas e abandonadas aos seus próprios raciocínios, muita vez tirando conclusões equivocadas a respeito das verdades da vida de além-túmulo. Não podemos, assim, excluir o intercâmbio entre espírito e matéria, solicitude e amparo, criatura e criador. O amor de Deus sendo infinito não pode deixar de prever as necessidades humanas. Graças à mediunidade a certeza se dá em meio à ignorância. Aprendamos, pois, aperfeiçoar nossas faculdades em todos os setores a que nos destinamos nesta existência. É da Lei que atinjamos a perfeição, e os predicados da sintonia de ser para ser não é exceção. Prossigamos irmãos, estudando e nos instruindo, trabalhando e aperfeiçoando. Obrigado pela noite,

Luiz.

Mensagem depoimento 12 de julho de 2016

Com fome vivi, enquanto encarnado, muitos me viam, mas poucos me enxergavam.

Passei, desde criança, fome. Fui filho abandonado, de mãe sem juízo. Fui praticamente criado na rua. Vivia com famílias diferentes, conforme o tempo passava, e as necessidades aumentavam, eu era jogado para um lado ou para o outro. Minhas mãos viviam calejadas pelos serviços que fazia para conseguir algo de comer.

Sem conhecimento, sem língua, sem escrita boa, vivia do que aprendia com os que caminhavam comigo.

Mas, com 12 anos, já jovenzinho, tive uma grande ajuda, neste momento estava na cidade de Pindamonhangada, um Sacerdote da Igreja católica me  viu na rua. Estava comendo um resto de uma marmitex que achei. Cheirava azedo. Mas minha fome não ligava para isso.

Este sacerdote, de nome Antônio, me viu de longe e se aproximou.

— menino, o que fazes?

— comendo, respondi.

— Mas, jovem, este alimento não esta bom.

— O Senhor não sabe o que é fome. Se soubesse acharia gostosa.

— O meu querido, não faça isso, caminhe comigo, venha, deixe-me te ajudar.

Assustei-me e sai correndo. Minha vida se passou nas ruas. Era de grande curiosidade a minha coragem renovada a cada dia, a cada minuto. As vezes deitava naquele papelão do chão e com meus cobertores velhos tinha uma noite de sono tranquila. Durante o dia também me sentia bem em certos momentos. Mas, Deus, de onde vinha essas esperanças, essas forças? Essa era minha curiosidade. Assim segui. Com 30 anos conheci a enxada e a roça. Lá me firmei e comecei a ser gente. Sentia-me confortado em muitos momentos. E nestes anos seguintes sentia algo que me aquecia. Uma energia que me dava vontade de viver. Que me dava vontade de seguir em frente.

Assim fiquei por anos. Comecei a viver em uma chácara e lá fiquei até meu último dia. O meu desencarne foi tranquilo. Estava dormindo e acordei no mundo Espiritual. Não tive sofrimento, não entrei em túnel, não vi Luz, mas me transportei para outro mundo. Vim para a continuidade e acordei no quarto. Um quarto com uma cama que nunca tive na vida da carne.

Eis que a porta se abre e para minha surpresa entra ele, o homem que quis me ajudar, o sacerdote. Ele percebe minha cara de assustado e pergunta-me:

— como está, menino?

— Olá, é o Senhor, mas não estou entendendo, não sou mais menino e como vim parar aqui?

– O menino, você esta em outro mundo, o verdadeiro mundo. O mundo onde não existe a  morete.

—  Como? Perguntei.

— Você entenderá com o tempo. Mas necessário é lhe falar que você é meu neto, o neto que procurava muito. Quando estava jovem,  conheci sua avó em uma viagem. Tivemos uma aventura, nada aceitável para o momento daqueles anos. Nunca a vi, mas ela estava grávida, isso eu sabia, e à partir daí começou uma grande ligação.

Quando o vi, na rua, meu sentimento foi maior que um sentimento de dó. Deste jeito o levei para ajudar, mas fugis-te.

Daquele momento até agora somente sabia Orar por você. O fazia encarnado e continuei  a fazer quando acordei no mundo Espiritual.

Sua vida no plantio de café e após como cuidador de chácara, fui eu quem  ajudar a intuição das pessoas a te encontrar.

— Mas por quê? – perguntei.

— Oh, querido, senti que você era meu protegido, pois foi meu  abandonado.

Nos unimos em um abraço e choramos por horas. A emoção e o amor se uniram e até hoje estamos juntos.

Agradeço o convite dos trabalhadores da Casa para relatar o poder  da oração.

Paz eterna a todos.

Negro Julião.

Psicografia – autor Irmã B

Os olhares são sempre abençoados. As visões poderão ser. Mas o grande laço das vidas trazem para a visão o sentido de enxergar.

Minha família ficou reduzida a 2.  Mas a união de todos fazem muitos.

Com muito perdão e aprendizado sai da cama que estava, Hoje melhor estou. Ajuda tive muitas. Melhoras mais ainda.

Mas a minha alegria esta no sorriso da união de todos que viveram comigo.

A você, irmã querida, minha gratidão pelas preocupações com os meus eternos pequenos.

A você,  minha filha, o desejo da claridade junto a seu irmão que precisa do seu auxílio.

E a todos, que me enxergaram como alguém que passou no sentido positivo, o meu muito obrigado.

Nalva.

 

Ore por tudo,

Ore por todos.

Mas Ore por amor.

Irmã B.

 

11 de julho de 2016

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Psicografia de 24 de abril de 2016

Com viagens e mais viagens meus aprendizados foram aumentando o meu conteúdo de saber. Deste jeito, Irmã B., pediu-me para ajudá-la na educação das crianças. Fiquei um pouco tímida, mas levei a experiência em alto e bom grado. Juntos, começamos a educação de algumas crianças, mas não somente aqui do mundo espiritual.

Irmã B. me pediu para ajudá-la a inspirar algumas professoras evangélicas na terra. Sim, apostei que conseguiria, e realmente o fiz. Pude ver como é interessante a união de vibração e inspiração.

Muitos dos ajudantes do Senhor Jesus, na terra, o auxiliam com o ensinamento para crianças. Muito pude ver, que realmente quando Jesus falou que se dois ou mais falassem em seu nome, ali ele estaria. Estaria representado por seus trabalhadores.

Irmã B. e eu fomos, com grande equipe, visitar escolinhas evangélicas. Também fiquei feliz por ver que não era somente em escolinhas evangélicas das casas espíritas. Fomos também a outros locais de ensinamento, que não no Espiritismo. Mas sempre com a palavra educadora dos ensinamentos de Jesus.

Irmã B., me explicou que a vibração já começa mesmo antes da sala de aula. Muitos dos que se dedicam a este ensinamento buscam inspiração. Pedem, ainda, quando estão se preparando. E já é enviado um trabalhador espiritual para as primeiras vibrações.

Fomos a várias escolinhas e a várias casas.

Mas a que mais me marcou foi uma escolinha evangélica onde havia uma dedicação extrema para encarnados com deficiência física e mentais.

Assim. Vi os espíritos, encarnados, prestando atenção mesmo quando o corpo parecia não responder.

Lembro-me, muito, de Ivan. Um menino que tinha uma séria dificuldade mental. Este menino, segundo a equipe que nos acompanhou, era a reencarnação de um espírito muito violento. Um espírito que tinha cometido muitos homicídios. Tinha um ódio enorme no coração. Na sua última encarnação havia causado a morte de mais de 5.000 espíritos.

Nesta veio em um corpo onde não teria chance para repetir os atos. Veio em um corpo onde, obrigatoriamente, teria que ficar preso. Somente obedeceria. E vi que seu corpo, mesmo com movimentos involuntários, transportava um espírito necessitado, um espírito que precisava de muita caridade, de muita paciência.

Lembro-me que seu espírito prestava muita atenção as palavras proferidas. Seu corpo se movimentava involuntariamente. Mas seu espírito queria ouvir.

Explicou-me uma das trabalhadoras que ele já estava há 15 anos na escola evangélica espírita. No começo seu corpo reagia mais ao escutar as explicações. Agora, reagia sim, mas era mais uma ação celular do que por influência espírito-corpo.

Esse tipo de trabalho é muito importante para todos que estão em evolução. E neste caso da rebeldia, da maldade, a paciência de quem ensina é fundamental. Porém a inspiração espiritual é fundamental.

Psicografia autor Renato Machado 11 de janeiro de 2016

Amigos e irmãos

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo

A dádiva do perdão é o clarão de amor que guia-nos para Deus.

É a chave da vida para a casa do Pai.

Lembremos as palavras de Jesus no momento maior de sua caminhada, onde ele pediu ao Pai que perdoasse-nos, pois não sabíamos o que fazíamos.

Irmãos, não sabíamos, mas hoje temos todos os espíritos através das múltiplas encarnações os valores morais que se não fizemos o bem, é por querermos trilhar o caminho do mal, das iniquidades, das luxurias que envolvem a vida perecível que acompanha o homem, pois irmãos, a palavra, o exemplo do Cristo, está por todos os lados, como irmãos entristecidos a nos chamar ao resgate moral e quebrar os grilhões que nos escravizavam ao mal, mas irmãos libertar-se do mal, demanda esforço, e não viver de aparências, pois irmãos numa sociedade materialista, viver para Deus é ser antigo! Ser antigo como Jesus é ser sábio, é ser velho de conhecimento, é ser sábio de amor eterno.

Viver para Cristo demandará querer as alturas da seara de Deus, onde o amor é a porta, mas não é a escada que levará o homem a Deus, mas a escada é a da renúncia a qualquer amargor, qualquer testemunho contrário a caridade, é o perdão igual ao do Cristo para aí sim poder limpar as chagas do espírito e poder visualizar o pai de braços abertos a nos chamar de filhos.

Que o Divino Salvador abençoe a senda de cada um de nós com o perdão xde nossas faltas.

Fiquem com Deus!

Renato Martins

É chegada a hora!!!!!

Amigos!
É chegada a hora do ser humano aprender a assumir sua própria responsabilidade.
Não é mais possível que culpemos os outros pelos nossos atos indevidos, pelas nossas ignomínias, pelos nossos desacertos constantes. Já foi o tempo onde pai e mãe eram os responsáveis pelos desvios de comportamento ou pelas violências cometidas pelos filhos.

Um ser adulto é dono de si próprio. Não adianta estarmos bem materialmente se deixarmos escapar a vida verdadeira pelos dedos. Terapias, remédios, palavras já não podem substituir a reflexão íntima.

Deus nos deu as ferramentas para trabalharmos. Resta a nós o bom ou o mau uso que fizermos delas. Culpar a tudo e a todos não levará a nenhum desenvolvimento, a nenhum avanço. Quando o ser humano souber reconhecer seus defeitos, ao invés de projetá-los nos outros, quando  parar de se lamentar e chorar de auto piedade e puser mãos à obra, utilizando as ferramentas a seu dispor na construção do novo homem, então sim poderá afirmar: sou feliz! O auto conhecimento implica em experimentar-se e em considerar as atitudes francamente, honestamente.

Ao agirmos por nós mesmos, contando com a ajuda de Deus, mas não achando que tudo cai do céu, independentemente das nossas ações, virá o dia em que, em igualdade de condições, poderemos galgar a escalada da evolução, junto àqueles que nos suplantaram. Parar de se lamentar, de se isentar de toda a responsabilidade, olhar o próximo como um outro, com todos os direitos que desejamos para nós, é e sempre será o guia, o livro aberto do aprendizado tirado da nossa própria alma, que faz parte da luz divina, que é a alegria de Deus, e assim compartilharmos da paz e da harmonia que nos foi destinada.

Casa do Caminho
Reuinão do Grupo de Estudo do Livro dos Espíritos
Mensagem psicografada por Wanda Gesualdo, em 14/12/2011

Educar

Amigos

A tarefa de educar é das mais nobres atividades do ser humano. Sejam professores ou pais e mães, educar uma criança ou adolescente para a vida não é tarefa fácil.

Sempre se exige dos mestres anos de estudo e formação de carreira para bem servir à profissão de educador dos jovens.

Dos pais, sempre se  espera que tenham leituras ou que baseiem-se em teorias várias para que criem seus filhos, formando bons cidadãos.

Mas, mesmo sendo esses atributos importantes, não há nada que substitua o exemplo vivo, como a forma mais eficaz de educar.

Mil palavras não valem um exemplo, pois as atitudes são vivas e as palavras, muitas vezes, são vazias, sendo mero produto do intelecto.

O exemplo dos pais é, inegavelmente, a base sobre a qual se constrói o futuro dos filhos.

A boa conduta, as atitudes corretas e a sinceridade trazem aos filhos o exemplo do que deve ser seguido.

A criança e o adolescente percebem, muito mais do que se possa imaginar, o que há por trás da palavra, se ela é ou não sincera.

Cobrar dos filhos conduta coerente e agir da maneira oposta é querer que dêem flores em pedras.

Se a conduta dos pais é sabidamente o exemplo para os filhos, não ficam os professores aquém. O professor deve, ao lado das lições, observar, com os olhos do coração, o aluno, principalmente aquele mais difícil.

A atitude amorosa por parte do educador, aliada à firmeza de caráter e à honestidade, que transparece às crianças, servirão de guia para elas, salvando-as, muitas vezes, de um destino e errado e infeliz.

Devem os pais e professores, isto é, os educadores, prezar por conhecer-se e encarar de frente seus erros, corrigindo-se e melhorando suas atitudes perante a vida. Dessa maneira, tornando-se transparentes para os pequenos e  podendo dar-lhes o que de melhor tiverem em si, a sinceridade e o amor fluirão deles, preenchendo os anseios desses que lhes estão sob os cuidados.

Assim agindo, poderão evitar tantos conflitos familiares e sociais, que todos os dias  desencadeiam situações difíceis, crianças  problemáticas que, muitas vezes, chegam às raias da delinqüência.

Preencher os pequenos corações com palavras vãs de nada valerá, se elas não forem acompanhadas pelas atitudes louváveis e corretas dos educadores.

Sendo assim, amem e correspondam aos apelos que  em todos os momentos o Cristo lhes envia, na esperança de evitar-se o pior e  para que as novas gerações possam usufruir do bem e da paz, nesses novos momentos que chegarão, e onde serão necessários seres humanos plenos de força para o bem e capazes de lutar em prol da nova Terra.

Assim esperamos, em Deus.

Casa do Caminho

Grupo de estudo do Livro dos Espíritos- reunião de 12/10/2011

Mensagem psicografada por Wanda Gesualdo

Viesse Jesus novamente

Viesse Jesus novamente a esta Terra, em missão de esclarecimento, de exemplo de conduta correta para a melhoria de todos em direção a Deus.

Nascesse Ele, no entanto, em mísero lugarejo, triste e pobre aldeia da África.

Seria, então, uma criança negra, nua, de grande ventre e pernas fracas. Sua mãe seria uma mulher muito jovem, coberta de feridas causadas pelos sofrimentos e pelo trabalho exaustivo na lida da terra, de escassos recursos, cansada de andar muito em busca de água, em poços poluídos. Iria Jesus, pela mão dessa mãe, que carregaria também outro filho nas costas, ondepousariam moscas.

O que comeria Jesus, com as mãozinhas sujas, sentado no chão batido da choupana?

Já ajudaria a mãe a carregar a vasilha de água, a roçar a terra, tão seca?

E seu pai, quem seria? Um homem que ele veria tão pouco, pois seria um trabalhador que estaria a longa distância da aldeia, para trazer algum recurso para casa. Talvez, seu pai tivesse outras famílias para sustentar.

Então o menino e sua mãe esperariam dias, meses, para revê-lo. Ou quem sabe, seu pai estaria morto, tombado nas guerras fratricidas. Morto em nome de algo que não lhe pertencia.

Ou então, talvez sua mãe também já estivesse morta, abatida pelas doenças mortais que assolam o lugar esquecido por todos, ou pela fome, pela disenteria, pela desnutrição.

Jesus, então, teria qual destino? Lutar pela liberdade do seu povo? Caminhar sem cessar em busca de uma vida melhor? Ou migraria para outros lugares, onde seria chamado de negro imundo, ser atrasado, macaco?

Meu Deus, o que seria do nosso Mestre? Os tempos são cruéis para os humildes, para os pequenos, para os pobres, para os desvalidos.

Pobre Mestre, abatido por muitas formas de crueldade, de preconceito, de

ódio, de opressão.

Poderia Ele nascer novamente na Terra?

Quantos pequenos Jesus já estarão neste mundo e o que fazem os poderosos? Matam de fome, de dor, de medo.

Então, nós pedimos, Jesus Amado, que está nos protegendo, que nos oriente na tarefa de sua casa, para que um dia, se for preciso, ache um lugar puro para nascer.

Casa do Caminho

Reunião do Grupo de Estudo do Livro dos Médiuns de 17/09/2012

Mensagem psicografada por Wanda Gesualdo

Uma história real

Certa feita uma mulher saiu com sua enorme barriga e seu  esposo no orvalho frio da noite.
Foi com grande esperança que buscavam ajuda para a hora da dama, que estava para chegar.
Pobres, trabalhadores da luta diária, sairam por causa das dores que aquela mulher passava a sentir. Não aguentando mais, saiu em busca de auxílio. A estrada era cheia de buracos e a terra ainda estava molhada das tantas chuvas do final do ano.
Sua esperança era que a carroça os levasse com segurança através dos olhos daquele burrico. Mas as coisas não funcionavam muito bem assim.

Sem saber o por que sofria pela vida vida toda. Infância de pobreza, onde teve como bonecas somente espigas de milho, e como diversão maior o cabo da enxada afiada. Sofria por todos os passos. Mas aquela noite sua vida parecia carregar uma esperança diferente.

Passava pelo lamaçal do caminho com grande alegria, enfrentava os galhos molhados que batiam em sua face sem reclamar. E tudo, pra ela,  era normal. As dores estavam lhe incomodando, mas calada aguentava. Seu marido assustado, não sabia o que fazer. Buscava consolá-la com palavras como “já vamos chegar”.

E assim realmente chegaram. A porta do hospital estava fechada. Não adiantava bater ou chamar, ninguem vinha abrí-la. Ninguem parecia se importar com os gritos daquela senhora pobre.

Seu marido ficava cada vez mais a passar por uma forte angústia.

E assim ficavam por ali.

Foi quando seu marido a pegou no colo e a colocou em baixo do arco da escada.

Ela, por si, não reclamava, apenas gemia em tom não alto.

A maior vez que urrou de dor foi usando o nome do senhor, “Deus Pai, me ajude”, disse ela.

E neste momento algo realmente aconteceu, parecia que uma luz se fazia clarear naquele céu que não permitia ver uma estrela sequer.

Neste momento uma água saiu de dentro de si. E o motivo maior das dores começou a chorar já fora do seu interior.

Aquele que produzia as dores, agora produzia a alegria maior.

Junto fez-se tocar os sinos e luzes de fogos de artifício se fizeram aparecer.

Era o motivo  maior da alegria humana que chegava para aquele casal.

E junto se iniciavam as comemorações da noite natalina.

Não é preciso dizer que, em homenagem às graças daquele momento,  o menino se chamou Jesus.

E que aquela mulher, de nome Maria, abraçava  ali a recompensa de maior alegria por todo seu sofrimento passado.

Mesmo sem  o conforto de uma cama macia e quente, sem o auxílio dos sábios da terra, ela pariu ali a a alegria certa de sua vida.

Para Maria, não era somente uma coicidência de nomes.

Para ela era uma lição que foi feita e os momentos aprendidos.

A alegria se fez recompensa por todo o seu sofrer calado do reclamar.

Paz a todos, Feliz Natal!

Uma história real do mundo de vocês.

Manoel em companhia de Beatriz e Irmão Cristovão.

20h 24 mim.

 

Mensagem psicografada pelo médium Antonio Ósio Júnior, em 20 de dezembro de 2011, na Casa do Caminho.

Oração de um amigo

Queridos amigos,

Muito bom estar novamente entre vocês. Despois de um período visitando outros trabalhos em diferentes casas, em diferentes locais, aprendendo com cada qual um pouco, passo então a organizar os aprendizados adquiridos e começar no trabalho do bem. Nesta casa que me acolhe e com o trabalhador que me auxilia, me sento muito feliz. A felicidade doivina é tão intensa que não cabe no coração… Deixo então com vocês uma oração que aprendemos juntos:

Ao Pai Criador, à Jesus, nosso irmão-amigo divino, agradecemos a oportunidade doi trabalho e pedimos amparo para todos os trabalhadores.

À ti Senhor, dedicamos toda nossa força de vontade, nossas alegrias e nossas conquistas.

Pedimos Senhor, que quando estivermos em sofrimento, que não nos afaste dele, mas, sim nos de forças para enfrenta-lo, pois muitas vezes, o sofrimento de agora é a maneira que temos para resgatar alguns de nossos erros do passado.

Ajude-nos, Senhor, a pensar somente na caridade e faze-la sem discriminação, pois todos somos seus filhos, todos somos irmão.

Que nossos protetores estejam entre nós e nos auxiliam a ajudar os irmãos que aqui veem em busca do lhes é necessário.

Aos enfermos, que possamos com nossas orações prepara o remédio para o equilíbrio de seu espirito.

Para aqueles que se perderam pelo caminho, que possamos ser um ponto de luz à iluminar a senda.

Para os solitários, que com nosso amor, possamos faze-los sem sentirem queridos.

E para aqueles que por um momento pensaram em desistir, que por algum motivo se desiludiram com a vida, que possamos dar uma palavra de esperança, para que a labareda de seus corações torne-se novamente a chama que os guia para o caminho.

E a nós Senhor, auxilia-nos para que possamos nos manter firmes em nossa caminhada…Trabalhadores firmes na seara do bem.

Que a sua paz e o seu amor esteja sempre entre nós….

 

Ernesto
Casa do Caminho – Grupo de Estudo das Obras Básicas – 05/11
Psicografado por Rodrigo Cabrera