Queridos irmãos, louvado seja nosso doce Jesus!

Quantas vezes no transcurso de nossas vidas material, deitamos pensamentos sobre as várias paisagens que compõem e que compôs nossas estrada até aqui?
Dias de uma felicidade radiante e dias de dores Esfuziantes, de altos e baixos, de luz e discórdia, de amparo e socorro, de alegria ou choro, sim, foste tu o construtor de sua vida, vida regida por teus Pais, regida por Deus, por aqueles que se dispuseram receber-te, dispuseram ensinar-te um pouco da vida, sendo artífices do Amor que te envolve ou mesmo da dor que te corrói.
Das memórias que colhes no peito, na imensidão do teu eu, também foste tu o arquiteto corajoso, que buscou planear a construção de um novo lar em teu coração, pois nada desse mundo o fará diminuir, assim, mesmo alegrias e tristezas, se fazem escola Divina mesmo que sem querer.
Quando a idade não te fazia arrazoar sobre o que te ocorria, no infinito as lembranças de dias piores o encorajou a volver ao regaço da terra, haurir sobre ti a luz Divina do perdão, pois esse sentimento é a chave para que nossas mãos vazias se encham e se tornem consolação. Consolação para os outros, perdão para nós, compaixão para todos.
O mundo que vives agora pode ser o sufocante calor de uma forja a derreter o aço, mas se tu souberes aproveitar o tempo de que dispões, do aço bruto, terás junto a forja a ferramenta maquinal, de modo a construir a engrenagem que te falta para o completo seguir de teu caminho.
Não olhes para trás, veja adiante, a água que passou foi encontrar-se com o leito que levou-a misturar-se ao mar, mas se observares, a corrente nunca deixa de jorrar.

Penseis nisso!

Renato Martins

02/02/21